Dra. Alexandra Grassano Triginelli · CRM-MG 32788 · RQE 10.858 · RQE 52.484 (Ultrassonografia) · Clínica Régis, 3º andar, Savassi — Belo Horizonte · WhatsApp (31) 98498-5894
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O que te mandaram aceitar tem nome.

Perda de urina ao rir, secura, dor na relação, escurecimento e flacidez íntima. “É da idade”, “é assim depois do parto” — nenhuma dessas frases é um diagnóstico. Na Savassi, a Dra. Alexandra Triginelli — ginecologista com 22 anos de ginecologia e olho de ultrassom — investiga a causa antes de tratar. Ela chama isso de Diagnóstico Íntimo: primeiro o exame, depois o plano. Sem cirurgia.

“Não é ‘coisa da idade’! Tem diagnóstico e tratamento! Procure ajuda!” — Dra. Alexandra Triginelli
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Dra. Alexandra Grassano Triginelli · Ginecologista (RQE 10.858) com atuação em saúde íntima · CRM-MG 32788 · Clínica Régis, Savassi — Belo Horizonte · Atendimento particular

Dra. Alexandra Triginelli, de branco, com a mão apoiada sob o queixo e olhando para a câmera

Talvez isto seja você

“Você aprendeu a conviver.”

É o que a Dra. Alexandra mais ouve na primeira consulta. Alguma dessas cenas é sua?

Dra. Alexandra Triginelli em preto e branco, de camisa escura, sorrindo de leve com a mão sob o queixo e o olhar para o lado
  • Você tosse, espirra, pula na aula — e já sabe o que vai acontecer.
  • O protetor diário virou item de bolsa. Você nem lembra quando começou.
  • Antes de sair de casa, você calcula onde fica o banheiro mais perto.
  • A relação começou a doer. E o “hoje não” começou a ficar frequente.
  • A secura chegou com a menopausa — e a única resposta que você ouviu foi “hormônio”.
  • Você apaga a luz antes de se trocar. A cor mudou, a pele afrouxou — “foi o parto”, “foi o emagrecimento”, “é a idade”.
  • Alguém já te disse “isso é normal, toda mulher tem”. E você acreditou.

Você não está exagerando. Só ninguém olhou.

“O maior veneno para a área íntima é normalizar os sinais.”

A frase é da Dra. Alexandra. A tradução é simples: “é da idade” descreve quando começou. Não diz por quê — e não diz o que fazer.

“É assim depois que tem filho.” “Toda mulher passa por isso.” “Com o tempo você acostuma.” Essas frases têm uma coisa em comum: nenhuma é diagnóstico. São um jeito de encerrar a consulta.

O que você sente tem nome, tem causa e tem opções de tratamento — e as três coisas se descobrem num exame, não numa frase.

“A mulher de 50 está mudada!” — também é dela. Mudança se investiga. Não se aceita de olhos fechados.

Dra. Alexandra Triginelli em preto e branco, de camisa escura, com os óculos em uma das mãos, olhando para a câmera
Dra. Alexandra Triginelli de jaleco branco no consultório, segurando a peça de mão de um aparelho
Dra. Alexandra Triginelli de jaleco branco, olhando para baixo com atenção, no consultório

O jeito dela de atender

O nome desse olhar é Diagnóstico Íntimo.

Vinte e dois anos de ginecologia — muitos deles no ultrassom — ensinam uma coisa que a consulta rápida não ensina: enxergar o que não está normal antes de decidir o que fazer.

“Durante o ultrassom as pacientes já se queixam de ressecamento… a gente vê que aquilo não está normal, pode ser outra doença que tratamos na estética íntima.” — Dra. Alexandra Triginelli
  1. Olhar. A sua história e o exame. Não se trata uma cor, uma secura ou uma perda de urina sem saber de onde ela vem.
  2. Nomear. Você sai sabendo o que é — e o que não é. Escurecimento não é falta de higiene. Perda de urina não é fraqueza. Secura nem sempre é só hormônio.
  3. Planejar. Só então entram as ferramentas: laser, radiofrequência, bioestimulador, ácido hialurônico, cadeira para o assoalho pélvico. “Cada tratamento entra num protocolo com procedimentos diferentes para cada problema!” O seu, na ordem que o seu caso pede.

É por isso que esta página não vende laser. Vende a avaliação — porque é nela que o tratamento certo é decidido.

Dra. Alexandra Triginelli de branco, sentada, de perfil, com a mão sob o queixo

Três formações. Uma médica.

  1. Ginecologia e Obstetrícia — RQE 10.858 · título de especialista · mestrado. A base. Antes de qualquer procedimento, uma ginecologista que conhece o corpo da mulher em todas as fases — e continua sendo a sua ginecologista depois.
  2. Ultrassonografia — RQE 52.484 · anos de exames. O olho treinado para ver o que não aparece a olho nu. É a razão de a avaliação aqui começar pela investigação, e não pelo catálogo.
  3. Saúde íntima regenerativa e funcional — formação ABEGREF (área de atuação). As ferramentas para tratar em consultório o que antes só tinha “aceita” como resposta: laser, radiofrequência, bioestimuladores, preenchimento.
“A área íntima é como se fosse uma digital! Todas são diferentes e muitas vezes os incômodos não são só estéticos…” — Dra. Alexandra Triginelli

O que se trata aqui — pelo incômodo, não pelo nome do aparelho.

Você não precisa chegar sabendo o nome do procedimento. Chega com o incômodo. O resto sai do exame.

Escurecimento íntimo — clareamento.

O tratamento que mais procuram a Dra. Não é uma sessão de balcão: é um protocolo — laser Etherea com ponteira Acroma, peeling e eletroporação Mesoject — indicado depois do exame, para a sua pele. Escurecimento não é falta de higiene.

Perda de urina.

“Ao tossir, espirrar, nos exercícios, ou ter que correr pra fazer xixi.” “Perda de urina não é normal! E tem tratamento!” Laser íntimo e cadeira Emsella para o assoalho pélvico — com fisioterapia quando o caso pede. No consultório, sem corte.

Dra. Alexandra Triginelli de camisa preta, em ambiente de luz quente, olhando para a câmera

Ressecamento e dor na relação.

Na perimenopausa, na menopausa, no pós-parto. Laser e ácido hialurônico — também para quem não quer, ou não pode, fazer reposição hormonal.

Flacidez íntima.

Frequente depois do parto, do emagrecimento ou com a menopausa. Bioestimulador de colágeno, preenchimento e laser, conforme o exame.

Candidíase de repetição.

“CUIDADO!! Pode não ser Cândida e tem tratamento!” Repetição é sinal de investigar — não de comprar mais uma pomada.

Preenchimento íntimo.

Ácido hialurônico para volume e conforto, quando indicado.

A Dra. também atende consulta ginecológica de rotina e ultrassonografia.

Você não escolhe o procedimento. Escolhe a avaliação. Quem escolhe o resto é a Dra., com você, depois do exame.

“A diferença está em envelhecer acompanhada das pessoas certas.”

A frase é da Dra. — e vale para cada fase.

Dra. Alexandra Triginelli sentada no chão, de camisa branca e jeans, sorrindo para a câmera
  • Perimenopausa.

    “Não só de ‘calorões’ se comporta a perimenopausa… Se surpreenda com sinais e sintomas imprevisíveis!” Secura, perda de urina e alteração da pele íntima costumam chegar antes da última menstruação — e são confundidas com “estresse”.
  • Menopausa.

    “A mulher de 50 está mudada!” O que mudou tem causa. E tem opções que não passam, necessariamente, por hormônio.
  • Pós-parto.

    “Incômodos no pós-parto podem ser tratados com laser, radiofrequência… O que não pode é ficar se sentindo mal e ainda lidar com essa fase tão delicada!” Perda de urina e flacidez depois do parto não são o preço de ter tido filho.
  • Pós-emagrecimento.

    A pele íntima também perde volume e firmeza quando o corpo emagrece. Flacidez e escurecimento nessa fase têm avaliação própria.

Da primeira mensagem ao plano: quatro passos.

Dra. Alexandra Triginelli de blusa bege, de pé diante de uma parede clara, olhando para a câmera
  1. Você chama no WhatsApp. A equipe da Dra. explica o valor da avaliação, os dias disponíveis e agenda. Nenhum valor é pedido para reservar o horário.
  2. A avaliação. O que incomoda, desde quando, o que você já tentou. Exame e explicação, em cerca de 1 hora.
  3. Nome e plano. Você sai sabendo o que é, o que não é, e as opções para o seu caso — com o investimento de cada uma explicado na hora.
  4. O tratamento. No mesmo endereço, em sessões, sem internação.
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Três lugares para levar o mesmo incômodo. Só um investiga.

A consulta de 15 minutos

Quem olha:
um médico com o relógio correndo.
O que se investiga:
não há tempo — a queixa vira “é da idade”.
O que se indica:
uma pomada e um “se piorar, volta”.
Quem decide:
o relógio.

O balcão de estética

Quem olha:
um profissional não médico.
O que se investiga:
nada — o serviço é o que você pediu.
O que se indica:
a sessão do pacote.
Quem decide:
o pacote.
Dra. Alexandra Triginelli de camisa escura, com a mão junto ao rosto, olhando para a câmera

A avaliação com a Dra. Alexandra

Quem olha:
uma ginecologista com RQE e olho de ultrassom.
O que se investiga:
a causa, no exame.
O que se indica:
o que o seu caso pede — e só isso.
Quem decide:
você, depois de entender.

“Um procedimento excelente quando bem indicado!” — a frase é da Dra. A palavra que importa é indicado.

Dra. Alexandra Triginelli em preto e branco, sentada no chão, com a mão nos cabelos e o olhar para o lado

O que muda quando o incômodo ganha nome.

Cinco cenas que a Dra. escuta toda semana — e por onde o Diagnóstico Íntimo começa em cada uma.

  1. “Quando foi a última vez que você riu sem segurar?” A avaliação começa por essa cena: de onde vem a perda de urina — porque o tratamento muda conforme a causa. Laser, cadeira Emsella, fisioterapia: indicados conforme o seu caso, não conforme o catálogo.
  2. “Quantas vezes você disse ‘hoje não’ por medo de doer?” Secura e dor na relação são queixa clínica, com causa investigável — hormonal ou não. E existem opções para quem não quer, ou não pode, repor hormônio.
  3. “Você apaga a luz antes de se trocar?” Escurecimento e flacidez íntima não são falta de cuidado. O exame mostra de onde vem a alteração — e só a partir disso entra o protocolo de clareamento ou de firmeza.
  4. “Quantas pomadas você já comprou por conta própria?” “Pode não ser Cândida e tem tratamento!” Repetição é sinal de investigar, não de repetir a pomada.
  5. “Você sai sabendo o que tem — e o que não tem.” Com o plano, as opções e o investimento explicados. E com uma médica que continua sendo a sua ginecologista depois do procedimento.

O que a Dra. se recusa a prometer

“Você já ouviu falar sobre rejuvenescimento íntimo? É importante esclarecer que o termo pode ser enganoso. Não existe um ‘rejuvenescimento’ como muitos prometem. O que realmente acontece são tratamentos que ajudam a melhorar a saúde da região íntima.” — Dra. Alexandra, no próprio Instagram.

Se o seu caso não tiver indicação, você vai ouvir isso na avaliação.

Onde você vai ser atendida.

Clínica Régis, na Savassi — Rua Fernandes Tourinho, 669, 3º andar.

  • Quem te recebe — A equipe da Dra. Sem menu de URA: quem responde o seu WhatsApp é a mesma equipe que te recebe.
  • Sala de consulta e de procedimento no mesmo endereço — avaliação, laser, radiofrequência e cadeira acontecem aqui. Você volta para casa no mesmo dia.
  • Discrição — consultório de madeira clara, poucas pacientes por período, sem sala de espera lotada.

Endereço: Rua Fernandes Tourinho, 669, 3º andar — Savassi, Belo Horizonte/MG. Contato: WhatsApp (31) 98498-5894

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Dra. Alexandra Triginelli à mesa do consultório, de painel de madeira clara ao fundo
Dra. Alexandra Triginelli de jaleco branco, de pé no consultório, diante de um quadro e de painéis de madeira
Sala de consulta, com mesa, duas cadeiras e paredes de madeira clara
Sala de espera, com sofá de couro, almofadas e janelas ao fundo
Sala de espera, com sofá, poltronas e janelas para um jardim
Dra. Alexandra Triginelli de jaleco branco, sentada, com as mãos sobre as pernas, sorrindo
  • Médica · CRM-MG 32788
  • Ginecologia e Obstetrícia · RQE 10.858 · título de especialista · mestrado
  • Ultrassonografia · RQE 52.484
  • Ginecologia Regenerativa e Funcional · formação ABEGREF (área de atuação)
  • Atende na Clínica Régis, Savassi — Belo Horizonte

A médica

22 anos olhando — e a decisão de tratar.

Cresci dentro de um consultório de ginecologia. Meu pai, Dr. Walter Triginelli, é ginecologista, e o sobrenome chegou antes de mim nas salas de espera de Belo Horizonte.

Fiz o caminho esperado: residência em Ginecologia e Obstetrícia, título, mestrado. E passei anos fazendo muito ultrassom.

Foi ali que uma coisa começou a me incomodar. Durante o exame, as pacientes se queixavam: secura, dor, perda de urina, a cor, a flacidez. Mas eu estava ali para medir. Elas iam embora com o laudo e com o incômodo.

Voltei para a ginecologia por causa disso. Me formei em ginecologia regenerativa e funcional pela ABEGREF, montei o consultório na Savassi, e hoje faço o que eu via faltar: olhar, dar nome e tratar — no consultório, sem cirurgia, com o que cada caso pede. Hoje enxergo tratamentos que não existiam no início da minha formação.

“Melhoro a saúde íntima e devolvo autoestima.” É a frase da minha bio. É também a ordem em que eu trabalho.

Dra. Alexandra Triginelli em preto e branco, sentada de pernas cruzadas em uma cadeira, em ambiente claro

As perguntas que seguram a decisão.

Dra. Alexandra Triginelli de camisa escura, com as mãos junto ao rosto, olhando para a câmera com um sorriso leve
“Isso não é normal da minha idade? / É assim desde que tive filho.”

Comum não é normal. Perda de urina, secura, dor, escurecimento: são frequentes depois dos 40 e depois do parto — e são exatamente as queixas que a Dra. mais trata. “Coisa da idade” diz quando começou. O exame diz por quê e o que dá para fazer.

“O laser funciona mesmo? Vai funcionar pra mim?”

A pergunta certa vem antes: funciona para quê? Laser, radiofrequência e bioestimulador tratam coisas diferentes, e o mesmo incômodo pode ter causas diferentes. Sem exame, qualquer tratamento é tiro no escuro. Por isso aqui a ordem é fixa: Diagnóstico Íntimo primeiro, indicação depois. “Um procedimento excelente quando bem indicado!”

“Não quero fazer reposição hormonal. Tem outro caminho?”

Tem. Para a secura e a dor na relação existem opções em consultório — laser e ácido hialurônico — usadas também por quem não pode fazer reposição. Se a reposição for indicada para o seu caso, você vai ouvir os prós e os contras. Se não for, o plano é outro.

“Vai ficar artificial?”

O objetivo dos tratamentos íntimos aqui é saúde e conforto — não transformar. É a mesma razão pela qual a Dra. não usa o termo “rejuvenescimento”: “não existe um ‘rejuvenescimento’ como muitos prometem”. A conduta é decidida no exame, para a sua pele, e explicada antes.

“Quanto custa? Atende convênio?”

O atendimento é particular — é o formato que sustenta uma avaliação com exame e explicação, e não uma consulta de 15 minutos. O valor da avaliação é informado no WhatsApp, antes de você agendar. O investimento do tratamento depende do que o exame mostrar e é explicado na consulta, com as opções. Pagamento no cartão. Nenhum valor é pedido para reservar o horário.

“Tenho vergonha. Como é o exame?”

“Chega de vergonha! Estamos aqui para te ajudar!” Na prática: você conta o que incomoda, a Dra. examina como em qualquer consulta ginecológica, explica o que está vendo e o que não está. Ninguém pergunta por que você demorou. A maior parte das pacientes chega dizendo que conviveu anos com isso — e é por isso que a consulta existe.

“E se eu só quiser entender o meu caso e decidir depois?”

A avaliação não obriga nada. Você sai com nome, plano e valores — e decide com calma. Ninguém vai te ligar oferecendo pacote.

Por que a agenda abre poucas avaliações por semana.

A avaliação tem exame e explicação, e dura cerca de 1 hora. Isso não cabe em 15 minutos — por isso a Dra. abre poucas avaliações novas por semana, por ordem de chegada no WhatsApp. Nenhum valor é pedido para reservar.

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WhatsApp (31) 98498-5894

A partir daqui

“Chega de vergonha. Marque uma avaliação.”

Daqui existem dois caminhos. Continuar administrando — o protetor na bolsa, o “hoje não”, a luz apagada — e chamando isso de idade. Ou sentar na frente de uma ginecologista que vai olhar, dar nome e te dizer o que dá para fazer no seu caso.

Você não precisa chegar sabendo o que tem. É para isso que o Diagnóstico Íntimo existe.

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WhatsApp (31) 98498-5894 · atendimento particular, na Savassi

Ainda não é o momento? Baixe o Guia do Clareamento Íntimo, escrito pela Dra. Alexandra: o que é, o que não é (não é falta de higiene) e como funciona a avaliação.

Dra. Alexandra Triginelli sorrindo, de blusa clara, diante de um painel de madeira